terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Paul cap 18

É o último... =( Espero que gostem, mas não fiquem tristes, vai ter Paul 2, só que vai demorar um tempo para eu escrever (bastante tempo).

Capítulo 18

Bati na porta da casa de Luna. Ela mesma atendeu sorridente.
- Paullie! – disse ela.
Eu entrei.
- Ouvi gritos na sua casa – disse ela – Você brigou com seus pais?
Deixei minha mala no chão.
- E essa mala? – perguntou – O que houve?
- Minha mãe morreu e meu pai é um desgraçado – contei.
- Que horror, Paullie!
Ela me abraçou forte.
- Eu sinto muito pela sua mãe, Paul. De verdade.
- Posso falar com sua mãe e pedir para ela para me deixar ficar aqui até que eu ache outra casa?
- Ela não está aqui. Ela e meu pai saíram. Meu irmão viajou em excursão e o bebê está dormindo. Estamos sozinhos.
- Mesmo? Então posso perguntar para você se posso ficar aqui?
- Pode ficar quando quiser, Paullie.
Eu fui para a cozinha e peguei um copo de água. Bebi enquanto percebia que minha mão estava tremendo.
- Paul – chamou Luna – venha para o meu quarto. Ainda não te dei seu presente de aniversário.
- Não quero um presente de aniversário.
- Quer sim. Venha.
Suspirei e a segui até o quarto cor-de-rosa. Ela trancou a porta e começou a me encher de beijos.
- Eu te amo, Paullie – disse ela.
Eu a abracei.
- Eu também te amo – falei.
Então eu ouvi o coração dela acelerando. Com batidas fortes, molhadas e deliciosas.
Eu queria o coração dela. Literalmente.
Minha visão se turvou e eu sorri diabolicamente.
Com nada mais que minha mão direita, furei o peito de Luna e procurei seu coração. Ao tateá-lo, o segurei com força e o arranquei.
Luna me lançou um último olhar assustado antes que seu colo se arrebentasse em sangue e ela tombasse no chão, sem vida.
Eu comecei a soltar gargalhadas enquanto acariciava aquele belo coração, que ainda continuou batendo por um tempo entre minhas mãos. O sangue vermelho de Luna se espalhava pelo seu peito, pelo chão do quarto e pelas minhas mãos.
Mas, quando o coração parou de bater, voltei a mim. Vi Luna lá, morta na minha frente, e acariciei seu rosto, manchando-o de sangue.
E me arrependi. Agora, eu nunca mais veria o seu sorriso, e nunca mais ouviria sua voz alegre, e nunca mais sentiria seus carinhos.
Eu avisei a ela que eu era perigoso.
Encostei meus lábios nos de Luna pela última vez. Talvez eu devesse procurar a polícia e implorar que me prendessem. Ou que me colocassem no hospício, sei lá. Eu era um monstro. Ia ser melhor para o mundo se eu ficasse preso entre quatro paredes para sempre.
Ponderei sobre o assunto por um instante e por fim cheguei a uma conclusão.
- Tenho que esconder esse corpo - murmurei comigo mesmo.

  
Continua...

6 comentários:

MaNa disse...

AH NÃO! Luna não pode morrer, não agora! Aiiiii Tem certeza que vai demorar? Quero ler o resto!

Bjs

Anônimo disse...

HOLY SHIIIIIIT !!!! HOLY SHIT HOOOLY CRAP MOTHER FUCKER Soccer .-.

MaNa disse...

Mudei o Banner do meu blog! Troca lá?

Sílvia disse...

Que triste o fim de Luna! Ela não merecia isso.Tão meiga, tão carinhosa, tão apaixonada pelo monstro...
Mas, quem sabe tudo não passou de um pesadelo?
Paul vai acordar e...só foi um sonho mau.
Aliás, não será a "vida" de Paul um pesadelo?
Será que Paul acordará e aí veremos que tudo foi sonho?
Bem, agora temos que esperar Bela postar a 2ªparte da história.
Até lá,
Beijos a todos, em especial para a nossa querida escritora.

MaNa disse...

Bela posta!!!!

Bjs

Lúcio Neto disse...

BELAOOOOOOO CADE O 2? ANAOOOOOOOOO EU QUERO O FINAAAL

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