sábado, 19 de fevereiro de 2011 3 comentários

História do Fred

Então gente, escrevi isso em dez minutos, não ia postar aqui, mas amei tanto que vou ser obrigada a isso. É a coisa mais aleatória e sem noção que já escrevi. Então, coloquem seus capacetes anti-derretimento-de-cérebro só por precaução e podem ler.

Historinha do Freddiezinhoinho

Era uma vez a mãe do Freddie. A mãe do Freddie se chamava Marietta e era uma anja.
Um dia a mãe do Fred conheceu um homem. Eles namoraram muito tempo e então fizeram o Fred.
É assim: Quando dois adultos se amam muito, eles (jihflaksjgkngfdlksjfakslgnasjlkdf)
Então, nove meses depois o Freddie nasceu, junto com sua irmã, Louise. Seu nome era Frederico, apelidado para Fred, apelidado para Freddie.
O Fred teve uma infância linda e saudável. Com 9 anos, ganhou um gatinho preto que a mãe achou na rua. Fred amava seu gatinho, e cuidava dele com todo amor e carinho.
Mas o que ele não sabia é que o gatinho gostava mais da irmã dele, e na verdade ele queria se casar com ela.
Não, nada de zoofilia. O gato na verdade era um humano que pode virar gato.
Por isso, quando o Freddie tinha dez anos, o gato virou gente e quase matou a mãe do Fred na frente dele. Fred ficou apavorado.
O gato encheu uma seringa do sangue da mãe do Fred e injetou o sangue no Freddie. Desde então, Freddiezinho ficou viciado em injetar sangue na veia.
Por causa disso, foi expulso de casa e ficou morando na rua. Ele era surrado e abusado pelas pessoas más da rua, e comia comida do lixo ou às vezes ganhava um pão de alguma padaria.
Um dia, ele foi chamado por Deuzão pra ser um anjo da guarda. Ele ficou feliz e Deuzão também, pois teria menos um anjo vagabundo no mundo.
Então Fred conheceu sua protegida, Kathleen, de apelido Kath. KathsKathsKaths era uma esposa submissa a um marido desgraçadamente cruel. Fred se apaixonou por ela por que ela era doce e tinha cabelo castanho e gostava de nachos e sabia fazer uma coisa engraçada com a boca.
Fred beijou Kath uma vez, mas ela ficou com raiva porque era casada e não gostava do Freddie daquele jeito. E também porque ele se drogou com o sangue dela.
Por isso, Kathskaths mandou Freddiezinhoinho pra uma reabilitação.
Alguns meses depois Fred estava curado e saiu da reabilitação, e aprendeu a conversar com crocodilos. Mas para isso ele tinha que se vestir de crocodilo, senão os crocodilos o mordiam.
Doía.
Então ele voltou pra Kathskaths e cuidou dela. Um dia ele conheceu uma anja chamada Ameria e eles se casaram e eles tiveram um filho que na verdade era de outro cara.
Fred gosta de macarrão e cerejas.
Fim!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 2 comentários

Meus desenhos

Sei que não é um conto nem nada, mas por falta do que postar... Resolvi mostrar meus desenhos aqui só para mostrar que não morri.















Espero que gostem!

Visitem minha página no DA: http://sofalart.deviantart.com/

Beijos
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 6 comentários

Paul cap 18

É o último... =( Espero que gostem, mas não fiquem tristes, vai ter Paul 2, só que vai demorar um tempo para eu escrever (bastante tempo).

Capítulo 18

Bati na porta da casa de Luna. Ela mesma atendeu sorridente.
- Paullie! – disse ela.
Eu entrei.
- Ouvi gritos na sua casa – disse ela – Você brigou com seus pais?
Deixei minha mala no chão.
- E essa mala? – perguntou – O que houve?
- Minha mãe morreu e meu pai é um desgraçado – contei.
- Que horror, Paullie!
Ela me abraçou forte.
- Eu sinto muito pela sua mãe, Paul. De verdade.
- Posso falar com sua mãe e pedir para ela para me deixar ficar aqui até que eu ache outra casa?
- Ela não está aqui. Ela e meu pai saíram. Meu irmão viajou em excursão e o bebê está dormindo. Estamos sozinhos.
- Mesmo? Então posso perguntar para você se posso ficar aqui?
- Pode ficar quando quiser, Paullie.
Eu fui para a cozinha e peguei um copo de água. Bebi enquanto percebia que minha mão estava tremendo.
- Paul – chamou Luna – venha para o meu quarto. Ainda não te dei seu presente de aniversário.
- Não quero um presente de aniversário.
- Quer sim. Venha.
Suspirei e a segui até o quarto cor-de-rosa. Ela trancou a porta e começou a me encher de beijos.
- Eu te amo, Paullie – disse ela.
Eu a abracei.
- Eu também te amo – falei.
Então eu ouvi o coração dela acelerando. Com batidas fortes, molhadas e deliciosas.
Eu queria o coração dela. Literalmente.
Minha visão se turvou e eu sorri diabolicamente.
Com nada mais que minha mão direita, furei o peito de Luna e procurei seu coração. Ao tateá-lo, o segurei com força e o arranquei.
Luna me lançou um último olhar assustado antes que seu colo se arrebentasse em sangue e ela tombasse no chão, sem vida.
Eu comecei a soltar gargalhadas enquanto acariciava aquele belo coração, que ainda continuou batendo por um tempo entre minhas mãos. O sangue vermelho de Luna se espalhava pelo seu peito, pelo chão do quarto e pelas minhas mãos.
Mas, quando o coração parou de bater, voltei a mim. Vi Luna lá, morta na minha frente, e acariciei seu rosto, manchando-o de sangue.
E me arrependi. Agora, eu nunca mais veria o seu sorriso, e nunca mais ouviria sua voz alegre, e nunca mais sentiria seus carinhos.
Eu avisei a ela que eu era perigoso.
Encostei meus lábios nos de Luna pela última vez. Talvez eu devesse procurar a polícia e implorar que me prendessem. Ou que me colocassem no hospício, sei lá. Eu era um monstro. Ia ser melhor para o mundo se eu ficasse preso entre quatro paredes para sempre.
Ponderei sobre o assunto por um instante e por fim cheguei a uma conclusão.
- Tenho que esconder esse corpo - murmurei comigo mesmo.

  
Continua...
 
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